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A Defesa do Forte
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RESENHA

por Luana Madaloni da Silva
Acadêmica do Curso de Pedagogia – UFSC
Bolsista PIBIC 2011/2012
2012

Em A defesa do forte (1999), Rosilene Tondello nos conta uma história simples, mas, ao mesmo tempo, rica, carregada de significados, construindo uma metáfora entre a palavra Fortaleza e a força do pensamento humano. De uma forma bastante diferente, é um livro que nos faz pensar na força da influência de outras pessoas nas nossas vidas, e até onde podemos segui-las ou manter nossas próprias ideias. 

Dois irmãos, Fernando, 12 anos e Caroline, 9 anos, sempre se deram muito bem: brincavam juntos, jogavam vídeo game, andavam de skate e sempre achavam uma maneira de se divertirem. Após a mudança para a cidade de Florianópolis, e, consequentemente, com as novas amizades, os dois começaram a brigar a todo o momento. Dona Beatriz, a mãe, preocupada com a situação conflituosa, resolveu ter uma conversa separadamente com os filhos. Com Fernando, ela começa perguntando-lhe o que é um forte e, quando o filho responde, ela faz uma analogia entre o forte e a mente. Dessa forma, ela apresenta ao filho a importância dos “pensamentos-soldados”, como sendo os soldados das fortalezas, que defendem os pensamentos negativos em sua mente. Na noite seguinte, utilizando a mesma comparação, ela conversa com Caroline.

Desse modo, as crianças ficam atentas para não permitirem que os “pensamentos invasores” entrem em suas fortalezas, e aprendem a criar defesas que lhes permitem fazer o que lhes convém. 


TONDELLO, Ondina Rosilene Fortes. A defesa do forte. Il. Francisco Mibielli. Florianópolis: Papa-Livro, 1999. 12 p.


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