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Jorginho, o menino de ouro
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RESENHA

Por Maria Laura P. Spengler
Doutoranda em Educação – UFSC
2017

O livro Jorginho, o menino de ouro, de Aldemir Guimarães, conta a história de George, um menino nascido em uma família rica, criado com muitas mordomias: babás e garçons que lhe serviam, vivia em uma mansão e tinha carros sofisticados. Mesmo sendo filho único, ele nunca estava sozinho, pois estava sempre cercado de muitos amigos.

Quando estava com 11 anos, George pediu a sua mãe que pudesse dar uma caminhada pelas ruas antes da ceia de Natal porque queria conhecer de perto as coisas que só via pela televisão e, acompanhado pelo motorista de sua limusine, decidiu ir até o centro da cidade do Rio de Janeiro, onde morava.

Ambrósio, o mordomo é o guia de George durante o passeio, mostrando e explicando para o menino sobre os lugares nos quais seguem passando, pontos turísticos, as praias e avenidas e também as favelas, que chamaram muito a atenção de George. Ficou boquiaberto ao perceber um menino da sua idade sendo morto por um policial e um mendigo pedindo esmola pelas ruas.

Então, George pediu ao mordomo e ao motorista para que parassem o carro próximo a uma menina que estava deitada na calçada, e ao conversar com ela descobriu que seu nome era Anastácia e que havia fugido da FEBEM, porque achava melhor viver na rua, e que se vestia de menino para se proteger das maldades. O menino, comovido com a história de Anastácia, resolveu levá-la para casa, para passar o natal junto com ele e a família. Por fim, a menina ficou morando na mansão e George ganhou uma irmã.

Ao final da história, o livro traz o texto em uma adaptação para uma peça teatral.

GUIMARÃES, Aldemir. Jorginho, o menino de ouro. Rio de Janeiro: Literis, 2014.


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