literatura infatil e juvenil de santa catarina

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Gaitinha tocou, bicharada dançou
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RESENHA

por Thamirys Frigo Furtado
Bolsista Pró-Extensão – UFSC
Acadêmica do curso de Pedagogia UFSC
Formanda 2012.1
2012

Em Gaitinha tocou, bicharada dançou (2008), Eloí Elisabet Bocheco, além de manter a estrutura lúdica, como nos outros três volumes, resgata músicas e a poesia do folclore infantil. Após ler os quatro volumes da série, é possível perceber que Eloí Bocheco apresenta Elisa sempre em harmonia com a natureza (flora e fauna), recorre às repetições e figuras de linguagem, aos jogos de adivinhações e travadinhas, bem como brincadeiras que envolvem as crianças, aproximando-as da história pela linguagem lúdica.

A bruxinha Elisa tocava sua gaitinha de boca, quando ela escorregou de sua mão e foi parar no meio de uma touceira de capim, em cima da cobra Corina, que dormia. Corina pegou a gaita e disse que só devolveria se a bruxinha tocasse para ela. Elisa topou e tocou para a cobra dançar, até que a bruxinha se cansou e decidiu parar. Corina tomou o instrumento das mãos de Elisa e disse que só o devolveria depois que a bruxinha lhe trouxesse três romãs maduras do pomar, que ficava em cima do morro. No caminho, Elisa encontrou um camaleão colorido e a brincadeira continuou, com mais uma das aventuras da bruxinha Elisa.


BOCHECO, Eloí Elisabet. Gaitinha tocou, bicharada dançou. Il. Mari Ines Piekas. São Paulo: Paulinas, 2008.


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