literatura infatil e juvenil de santa catarina

Copyright © 2024. Todos os direitos reservados.
magna.art.br

Eloí Elisabet Bocheco
VOLTAR

por Thamirys Frigo Furtado
Bolsista Pró-Extensão – UFSC
Acadêmica do curso de Pedagogia UFSC
e Eliane Debus
professora MEN/CED/UFSC
2012

Eloí Elisabet Bocheco nasceu no ano de 1955, em Zortéa, interior do Estado de Santa Catarina,  onde morou até seus 12 anos. Cursou Letras (1980), na Universidade de Passo Fundo (RS), e Pós-graduação em Alfabetização e Metodologias de leitura, na Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC/1986). Atuou no Magistério Público de Santa Catarina como professora alfabetizadora, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Literatura, bem como animadora cultural no espaço da Biblioteca escolar, aposentando-se em 1998.

Em 1988, Eloí Bocheco iniciou “oficialmente” na literatura, como cronista do Caderno de Cultura do jornal A Notícia, de Santa Catarina, atividade que exerceu até 2001. Algumas das crônicas ali publicadas foram reunidas no livro Pedras Soltas, publicado pela editora da UFSC, em 2006, e selecionado, em 2007, pela Academia Catarinense de Letras, como livro do ano na categoria crônicas


Em 1998 publicou seu primeiro livro para crianças Uni...Duni...Téia(sic). No ano seguinte, conquistou o Prêmio "Boi-de-Mamão" de Melhor Livro Infantil, conferido pela Câmara Catarinense do Livro. Em 1999, lançou A de Amor, A de ABC. As duas obras são construções poéticas que dialogam com os poemas de tradição oral e foram publicados pela editora Papa-Livros (Florianópolis/SC).

Em 2000, publicou Ô de casa, poesia, pela editora Grifos, de Chapecó. Pela mesma casa editorial, lançou o livro de reflexões teóricas Poesia infantil: o abraço mágico (2002). 

Em 2003, publicou O pacote que tava no pote, pela editora Paulinas, obra selecionada para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do Governo de São Paulo. Este livro abre a série de quatro volumes com as aventuras da bruxinha Elisa no Ribeirão do Araçá e na imaginação do leitor. Nesta série encontramos, além do título citado, Contra feitiço, feitiço e meio (2006); A chave que o vaga-lume alumiou (2006) e Gaitinha tocou, bicharada dançou (2008), todos ilustrados por Mari Ines Piekas, encantando o leitor com o jogo de cores e o diálogo entre narrativa e imagem.

Em 2005, conquistou o 1º Lugar na terceira edição do Prêmio "Casa de Cultura Mario Quintana", na categoria Literatura Juvenil. O texto premiado, Beatriz em trânsito, foi lançado no formato livro pela editora Nova Prova, durante a 51ª Feira do Livro de Porto Alegre. Atualmente, publicado pela editora Dimensão, de Belo Horizonte, esse livro já foi selecionado para o Catálogo White Ravens da Biblioteca Internacional da Juventude de Munique (2006), para o Catálogo de Bolonha/Feira Del Libro Per Ragazzi/Itália (2006), para o Acervo Básico FNLIJ (2006) e para o Programa Mais Cultura do Minc e Biblioteca Nacional.

Em 2006, O livro de poemas Batata cozida, mingau de cará ganhou o Prêmio Literatura Para Todos (MEC/SECAD), na categoria “tradição oral”, sendo distribuído em todas as escolas públicas do País.

Em 2008, publicou, pela editora Franco, de Juiz de fora, o livro Histórias para boi não dormir, com ilustrações de Semíramis Paterno. A obra é composta por três histórias carregadas de nonsense: “Ora vai, ora vira...”, “Uma vez uma mulher” e “Tempo de figos”. 

Em 2009, Pomar de Brinquedo, selecionado para o Programa Minha Biblioteca, da Prefeitura de São Paulo e para o Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura e Biblioteca Nacional, foi publicado pela editora Larousse, com ilustrações de Taline Schuback. O livro é composto por 21 poemas, que apresentam como temática as frutas. 

Em 2011, trouxe a público, em formato de livro, a narrativa Roda Moinho, que havia sido finalista do Prêmio João de Barro da prefeitura de Belo Horizonte (MG), em 2006, e recebido Menção Honrosa da Companhia Editora de Pernambuco (2011). No mesmo, ano publicou Olha a cocada!

Em 2012 foram publicados os livros Casa de conserto e Cantorias de jardim.

A escritora tem participado de várias antologias, dentre as quais: Cuentos Infantiles Brasilenos, editado na Costa Rica, organizada por Ninfa Parreiras e Glória Valladares Grangeiro, e Presença da Literatura Infantil e Juvenil de Santa Catarina (2009), organizado por Yedda Goulart.

Por duas vezes (2003, 2011), foi vencedora do Prêmio Leia Comigo!, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, com as narrativas “Não vá embora, Clarice!” (2003) e “Doses de Sonho” (2011).

É necessário, ainda, destacar o papel da escritora como divulgadora da Literatura infantil e juvenil quando, juntamente com Zenilde Durli, idealizou e publicou, durante dez anos, o Boletim de literatura infantil e juvenil O Balainho. 

Para saber mais sobre Eloí:

http://wwwsaladeferramentas.blogspot.com

http://wwwprosaseversos.blogspot.com

http://casadebia.blogspot.com.br

http://reinodabruxinha.blogspot.com.br

www.facebook.com/sbocheco


BIBLIOGRAFIA