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Leonorinha, a menina sardenta
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RESENHA

Por Eliane Debus
Professora MEN/CED/UFSC
2013

O livro Leonorinha, a menina sardenta, de Maria de Lourdes Schmitz, ilustrado por Márcia Cardeal, apresenta uma história em que os brinquedos e as brincadeiras tradicionais ganham força total.

Ambientado no ficcional Vale do Rio Azul, a história tem como protagonista Leonorinha, uma menina sardenta, que tem como melhores amigas, senhorita Chuchu e Madame Batata, com quem participa de brincadeiras mil: ovo-choco, cabra-cega, peteca; quando brincam de festinha fazem “bolo de musgo, suco de azedinha, e sua maior especialidade: torta de lama!” (SCHMITZ, 2012, p.5) participam da festança o doutor Sabugo de milho, Senhor Tatá, Compadre Caracol, entre outros.

As ilustrações, de Márcia Cardeal, dialogam com a narrativa e, ao leitor, como paratexto, são apresentadas fartas receitas com inusitados ingredientes: bolo de musgo, pãezinhos de areia, e sopa de pedra. Acompanha, também, os “Brinquedos de Leonorinha: boneca de chuchu, pião, vaquinha de berinjela, telefone sem fio, ioiô, entre outros.

A história é uma homenagem à mãe da autora, Leonora, que, na infância, conviveu com a alegria de criar brinquedos com elementos da natureza, como bonecos de legumes, e peteca de pena de galinha.

SCHMITZ, Maria de Lourdes. Leonorinha, a menina Sardenta. Il. Márcia Cardeal. Brusque: DOM, 2012. 


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